Antes de planejar, é preciso saber onde se está

por Catarina de Angola*
Estamos em setembro e ainda faltam quatro meses para o ano acabar. Se pensarmos direitinho, apesar de já estar sentindo uma pressão alarmante sobre o final do ano, ainda falta mais de um trimestre para nos despedirmos de 2026. E, nesse tempo, dá para fazer muita coisa. Dá pra concluir entregas, dá pra fechar processos que ficaram pelo caminho e dá pra entender como está a comunicação da organização antes de começar a planejar 2027.
Digo isso porque a comunicação costuma entrar nas conversas de planejamento depois que as decisões maiores já foram tomadas, e quase sempre como uma lista do que precisa ser produzido: tantos posts, tantos releases, um site novo, panfletos, boletins, etc. Planejar dessa forma é planejar em cima da urgência, olhando a poucos metros à nossa frente. Assim fica mais difícil pensar mais longe e estrategicamente.
Então, nossa sugestão é: ainda dá tempo, e de sobra, de pensar o seu Diagnóstico de Comunicação este ano. Realizamos diagnósticos o ano inteiro, mas este momento no segundo semestre, é muito propício para que as organizações olhem o que e como têm realizado seus trabalhos. E pra gente da Angola Comunicação, o diagnóstico começa sempre com escuta. A gente ouve não só quem cuida da comunicação e da gestão, mas quem executa os projetos e conhece os territórios onde a organização atua. Depois a gente olha para o que já foi feito, as práticas atuais e as anteriores, as ferramentas em uso, os conteúdos que estão circulando e para a comunicação institucional como um todo. Porque além da escuta, a análise é outro ponto forte do nosso processo de trabalho.

O que devolvemos para a organização com o diagnóstico de comunicação é uma leitura personalizada do cenário atual. Nas escutas, quase sempre aparece que as pessoas já percebem os problemas, cada uma de um ângulo, mas de forma solta e sem saberem como essas reflexões individuais podem contribuir em decisões. Para nós, o diagnóstico é uma etapa prévia do planejamento. Tudo o que foi escutado e analisado é sistematizado em um documento, que a gente apresenta para a equipe e entrega para a organização. E é sobre esse documento que o planejamento do ano seguinte se apoia, porque aí a discussão parte do que existe, e não do que se imagina que exista.
Se a sua organização está começando a pensar 2027, dá tempo de olhar primeiro para o que existe hoje. A nossa agenda está aberta para processos de diagnóstico, em formato remoto ou presencial, com a escuta alinhada ao contexto de cada organização.
Quem quiser conversar mais é só entrar em contato com a gente!
*Catarina de Angola é mãe, jornalista e consultora em comunicação. Fundadora e diretora executiva da Angola Comunicação.




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